QUANDO REALIZAR OXIDAÇÃO DE CHOQUE?
Se você sente cheiro forte de cloro na água da piscina, isso não indica excesso de cloro, mas sim falta dele.
Talvez o problema mais comum em piscinas de uso intenso e, com certeza, o menos entendido por usuários e tratadores em geral é o cloro combinado, também chamado de cloramina.
As cloraminas deixam a água opaca, com cheiro desagradável (de cloro) e, nos banhistas, podem causar irritações na pele e olhos e afetar o sistema respiratório. Nas piscinas internas, soma-se outro problema: o ar do ambiente se torna irrespirável e pode provocar reações alérgicas.
Os banhistas, que sentem o problema especialmente nas narinas, pele e olhos, acabam culpando, o tratador da piscina pelo “excesso de cloro”.
Muitos pais, que sentem o ar irrespirável do ambiente, também suspeitam do “excesso de cloro que deve haver na água”, pois o cheiro se espalha pelo recinto; alguns chegam a levar seus filhos ao médico para examinar os olhos constantemente irritados e recebem o diagnóstico: “alergia ao cloro da água da piscina”.
Esses são apenas alguns dos exemplos mais comuns – todos frequentemente testemunhados em piscinas de escolas, academias, clubes, condomínios e residências – que evidenciam quanto o cloro combinado (ou cloraminas) e o correto tratamento da água continuam desconhecidos por usuários, tratadores, profissionais do esporte e até da saúde.
A causa do problema, em quase 100% dos casos, é justamente o contrário: a insuficiência de cloro livre residual. O cloro livre, que mata os germes e ajuda a prevenir a disseminação de doenças de veiculação hídrica, também oxida contaminantes produzidos pelos banhistas, como suor, óleos da pele, urina e outros compostos que contêm nitrogênio amoniacal, mantendo a água clara, transparente e inodora, desde que seu residual seja pelo menos dez vezes maior do que a carga de nitrogênio amoniacal (contaminantes).
Se o nível de cloro livre não é suficientemente alto para oxidar inteiramente esses compostos de nitrogênio, a oxidação para no meio do caminho, tendo como produto final as cloraminas (mono, di e/ou tricloramina), que conferem à água (e ao ar) essas características indesejáveis (o cloro livre, mesmo com residual de 20 ppm, não transmite odor).
COMO RESOLVER O PROBLEMA?
A forma mais adequada é a prevenção da formação das cloraminas eliminando (por OXIDAÇÃO, queima) os contaminantes orgânicos e inorgânicos com oxidação de choque com o produto a seguir.
Oxidação de choque com Super Tratamento Semanal OXIGENCO®: em piscinas com residuais normais de cloro (2ppm a 4ppm). Depois de ajustado o pH da água para a faixa de 7,4 a 7,6 e a alcalinidade total para 80ppm a 120ppm, adiciona-se à piscina a dosagem de um sachê de 400 gramas de Super Tratamento Semanal OXIGENCO® para cada 40 mil litros de água, com a filtração em funcionamento e mantida por algumas horas. Não é preciso pré-dissolver.
A piscina poderá ser utilizada 15 minutos após a aplicação.
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