Revista Pool-life | Edição 68


VEJA COMO ANDA A PERCEPÇÃO DOS BANHISTAS SOBRE O TEMA.
 
Recentemente usuários de piscinas participaram de uma pesquisa inédita no site GENCO®, sobre a percepção do banhista em relação às práticas de higiene na piscina. Confira o resultado!
 
TIPO DE PÚBLICO
 
 – Composto por 75% de proprietários de piscinas residenciais e 15% de usuários de piscinas de clubes, academias, condomínios etc.
 
  – Cerca de 49% tem crianças de 5 a 12 anos, 21% tem crianças de 2 a 5 anos e 6% crianças de 1 a 2 anos.
 
 – Sobre a frequência de uso da piscina, 53% dos pesquisados informaram que a piscina é utilizada semanalmente, 24% usam a piscina em dias alternados, 21% diariamente, e os demais nunca utilizam; destes, 92% não utilizam a piscina porque não tem tempo, 8% não a apreciam `muito ou acham que a piscina não é limpa e sal obre.
 
SOBRE AS PRÁTICAS DE BOA HIGIENE NA PISCINA
 
 – Perguntamos quem é o maior responsável por assegurar que uma piscina – pública ou privada – esteja limpa e sanitizada, e o maior número de respostas considera o proprietário, gerente, usuários ou pessoal de manutenção como o maior responsável.
 
 – 76% concordam que qualquer acidente fecal com crianças deve ser relatado imediatamente ao salva-vidas, operador da piscina ou proprietário, e 16% relatam que basta notificar o gerente, operador ou proprietário.
 
 – Para manter a água da piscina em boas condições de uso, e para evitar acidentes fecais, quase todos os participantes (99%) disseram que a troca de fraldas de crianças não deve ser feita ao lado da piscina, mas sim, no banheiro, e a criança deve ser totalmente limpa, em água corrente com sabonete, antes de colocar fralda nova.
 
 – Quando perguntado sobre o ato de urinar na água da piscina, 66% dos participantes acham que a pessoa, em hipótese alguma, deve urinar na piscina, porém 33% acham que isso não deve ser feito, mas não há problema caso aconteça.
 
 – 71% afirmaram que se estiverem na água da piscina e uma criança estiver nas proximidades, dentro da mesma água, estes ficariam preocupados com possível vazamento de fezes e urina através da fralda, mas para 29% é indiferente a presença dessas crianças.
 
 – Questionadas se uma pessoa que esteve recentemente com diarreia ou sofre deste mal poderia entrar em uma piscina, 43% das pessoas disseram que sim, ela poderia entrar na água, desde que tomasse cuidado para não provocar um acidente fecal, já 40% acham que ela não deveria entrar na água da piscina, no entanto, 17% concordam que a pessoa poderia entrar na água, desde que, tomasse um banho completo de chuveiro.
 
 – Dos participantes entrevistados, 65 ralaram que após usar o sanitário e antes de entrar de volta à piscina, a pessoa deve lavar as partes íntimas com água e sabonete, já 34% acham que basta limpar-se bem; não é necessária lavagem. Entretanto, 62% disseram que antes de entrar na piscina a pessoa deve tomar um banho completo de chuveiro com sabonete, sendo que 37% das pessoas acham que basta lavar os pés e as mãos.
 
 – Quanto aos odores da água, 81% disseram que se você sentir cheiro de cloro na piscina, essa água pode não estar bem tratada, e 11% acham que é bom, porque o cloro mata todos os germes.
 
 – Um em cada 2 entrevistados concorda que se deve evitar a entrada de água da piscina na boca, mas se ocorrer, nunca deve ser engolida.
 
REAÇÕES APÓS NADAR NUMA PISCINA
 
 – 38% não sabem se já tiveram algum problema ao nadar em uma piscina; 28% já tiveram irritação nos olhos; 10% irritação ou coceira na pele.
 
 – 55% das pessoas que frequentam piscinas, acreditam ser impossível contrair doenças, e 40% acham o contrário, que é possível se contaminar ao utilizá-la. 
 
A PERCEPÇÃO DE UMA PISCINA SAUDÁVEL
 
 – A maioria (82%) das pessoas diz que principais dúvidas sobre a qualidade da se a água está transparente, e há um quadro onde está escrito o residual de cloro e o pH analisados em horário recente, indica que a água está bem cuidada e segura.
 
 – Os participantes que relataram alguma experiência numa piscina, revelaram que alguns dos sinais que indicam uma piscina saudável não estavam necessariamente presentes. Somente 15% dos frequentadores de piscinas relatam que as piscinas estão sempre transparentes e que conseguem ver o ralo de fundo.
 
 – Na próxima e dição traremos a última matéria da série – Você está nadando em uma piscina saudável? - com respostas às principais dúvidas sobre a qualidade da água da piscina.
 
 

 

PISCINA SAUDÁVEL – O QUE É MITO E O QUE É FATO?

 

 

MITO

 

 

FATO

Ninguém adoece banhando-se numa piscina.

 

Natação é uma atividade alegre e saudável. Entretanto, engolir, respirar ou ter contato com água contaminada de piscinas pode disseminar doenças. Na verdade, o número de surtos associados a piscinas tem aumentado nos últimos 10 anos, por falta de tratamento adequado.

 

Água transparente significa água limpa.

 

Micro-organismos podem estar presentes mesmo em piscinas que aparentemente estão limpas e com água transparente. O que você cheira, sente e ouve pode ajudá-lo a perceber se está nadando em água saudável.

 

Quando se sente o cheiro forte de cloro na água e no ambiente é sinal que a piscina está bem tratada.

 

O cheiro forte de cloro não provem do cloro. Ele vem de cloraminas que se formam na água, pela reação do cloro com contaminantes. As cloraminas dificultam a desinfecção da água da piscina. Uma piscina bem tratada, oxidada com frequência, não apresenta cheiro forte de cloro.

 

Quando os olhos do banhista ficam vermelhos durante e após a natação é sinal que há cloro demais na água.

 

Olhos vermelhos e coceira na pele são geralmente causados por pH impróprio ou altos níveis de cloraminas.

Surpreendentemente, a piscina pode estar precisando de mais cloro (ou oxidante) para livrá-la das cloraminas e desinfetar a água.

 

O banhista só precisa tomar banho antes de entrar na piscina, se não tiver tomado banho nesse dia.

 

Todos os banhistas devem tomar banho de chuveiro antes de entrarem na piscina. Suor, óleos da pele, urina e outras excreções estão em nosso corpo o tempo todo. Sem o banho, todas essas contaminações entram na piscina conosco.

 

Desde que uma criança esteja usando fraldas na piscina, não há chance de contaminação da água.

 

Acidentes” com crianças de fraldas representam sério risco de contaminação. Para minimizar os riscos, os pais devem banhar a criança completamente, frente e costas, com água corrente e sabonete, e assegurar-se de que uma fralda limpa, justa, própria para natação, seja usada pela criança o tempo todo. Lembre-se, ainda, que mesmo fraldas para natação não são à prova de vazamentos.

 

A manutenção de piscina limpa e sadia é tarefa do tratador, do salva-vidas e da administração da piscina.

 

Os funcionários ajudam a manter a piscina limpa, mas eles não podem ser sua única defesa. Cada um de nós tem a responsabilidade de seguir as boas práticas de saúde pública, estar alerta para condições insalubres e denunciar riscos iminentes à saúde pública quando eles ocorrem.

 

 


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