26/8/2019 Dicas de tratamento


NÃO ESVAZIE A PISCINA NO INVERNO
 
 
As paredes e o fundo de uma piscina vazia, exposta as intempéries, sofrem repetidas contrações e expansões provocadas pela variação da temperatura. A queda de temperatura provoca a expansão do solo que circunda a piscina, o que se traduz em pressão sobre as suas paredes de fora para dentro. Essas pressões, exercidas dia após dia, acabam por provocar rachaduras nas paredes e no fundo da piscina.
 
Lençóis de água subterrâneos podem aflorar sob pressão em certos terrenos (pressão de baixo para cima), sendo esses afloramentos capazes ate de fazer flutuar uma piscina inteira, quando vazia, ou somente sua parte mas leve, causando serias rupturas no concreto e tubulações.
 
Quando a piscina está cheia o peso da água se equilibra com as pressões existentes, evitando qualquer dano. Dentro do próprio concreto as moléculas de água sofrem contrações e expansões que causam o gretamento da tinta em piscinas pintadas e sua consequente escamação.
 
Uma piscina cheia de água confere as superfícies em contato grande estabilidade térmica – a água absorve lentamente as variações da temperatura e as transmite também lentamente às superfícies em contato, sem choques térmicos (mudanças bruscas de temperatura). Algumas rachaduras muito finas nas paredes podem passar despercebidas e quando a piscina for enchida novamente a água se infiltrará pelas mesmas, podendo até minar o terreno adjacente.
 
Rachaduras no concreto de uma piscina são muito difíceis de reparar devido a problemas de liga do concreto já curado. Ha casos em que uma nova piscina tem de ser construída dentro da piscina anterior.
 
Outra vantagem que deve ser considerada numa piscina cheia: um reservatório de água para a eventualidade de um incêndio.
 
 

 


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