Revista Pool-life | Edição 72


Revista da Piscina – Nº72 – Outono / 2009.

 

Fuja dos problemas de pele

De repente, aparece uma coceira na pele, uma mancha vermelha no corpo. Ai você se lembra que faz poucos dias que tomou um gostoso banho de piscina. Você pode ter adquirido um problema dermatológico associado ao banho em piscina com água tratada incorretamente ou cometeu alguns “pecados” na hora de se refrescar. Mas, como evitar que esse pesadelo vire realidade?

São comuns irritações e alergias devido ao ressecamento gerado pela exposição ao cloro e água quente, no caso de piscinas aquecidas. Também há infecções como: micoses (causadas por fungos), piodermites (bactérias) e, eventualmente, aquelas provocadas por vírus.

Os arredores da piscina (bordas, espreguiçadeiras, lava pés) são locais propícios para encontrar um desses agentes. “porque o fungo precisa de calor e umidade”, explica o médico Sergio Schalka, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e professor da Universidade Santo Amaro.

Ficar muito tempo com as roupas de banho úmidas é outra forma de abrir as portas para infecções. Também há as características anatômicas individuais: quem tem dobras mais profundas entre os dedos dos pés, nas axilas ou na virilha tem que estar atento para evitar que esses locais permaneçam úmidos.

Toalha na mão – A saída é usar uma boa toalha e abandonar a roupa de banho assim que sair da piscina. “Deve-se evitar a persistência de umidade nas áreas de dobras para não facilitar o crescimento de fungos e bactérias”, explica o professor de Dermatologia da Faculdade de Medicina da USP, Vitor Reis (leia ao lado).

Outro cuidado é verificar se a água da piscina foi tratada corretamente, “uma vez que uma piscina devidamente tratada com cloro e outros produtos adequados não permitem o crescimento de microrganismos infecciosos”, ressalta Reis.

Tratamento – Para quem deu azar e já percebeu sinais de irritações na pele, há algumas saídas. De acordo com Schalka, no caso dos pés, por exemplo, se houve uma descamação leve, comece retirando a umidade de perto deles. O uso de talco é indicado para isso. Para outros locais, vale o mesmo: combater a umidade para retirar uma das fontes de sobrevivência do agente causador.

Agora, se o problema parecer mais sério, procure um médico dermatologista. Lembre-se: fique longe de piscinas até terminar o tratamento. Assim, é possível evitar que outras pessoas tenham o mesmo problema.

Evite micoses e outros problemas de pele

  • Não fique muito tempo com as roupas de banho.
  • Enxugue principalmente as dobras dos pés, virilha e axilas;
  • Utilize chinelos para andar no entorno da piscina e nos vestiários de clubes;
  • Evite sentar-se nas bordas das piscinas;
  • Tome uma boa chuveirada logo após sair da piscina e utilize um hidratante no corpo;
  • Trate corretamente a água, com cloro Genco. Siga as instruções de uso do produto, mencionadas na embalagem.

Outro cuidado é verificar se a água da piscina foi tratada corretamente, “uma vez que uma piscina devidamente tratada com cloro e outros produtos adequados não permitem o crescimento de microrganismos infecciosos”, ressalta Reis. Tratamento - Para quem deu azar e já percebeu sinais de irritações na pele, há algumas saídas. De acordo com Schalka, no caso dos pés, por exemplo, se houve uma descamação leve, comece retirando a umidade de perto deles. O uso de talco é indicado para isso. Para outros locais, vale o mesmo: combater a umidade para retirar uma das fontes de sobrevivência do agente causador. Agora, se o problema parecer mais sério, procure um médico dermatologista. Lembre-se: fique longe de piscinas até terminar o tratamento. Assim, é possível evitar transmitir o problema para outras pessoas. 


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