Revista Pool-life | Edição 67


COMO SABER OU CERTIFICAR-SE DISSO?
 
Entre 6 e 9 de maio de 2004, a Liga Nacional de Consumidores dos EUA realizou uma pesquisa sobre a percepção e experiência do consumidor americano com relação à limpeza (asseio, tratamento) de piscinas. O relatório final apresenta as descobertas das entrevistas realizadas em uma amostragem randômica de probabilidade nacional com 1009 adultos, compreendendo 512 homens e 497 mulheres maiores de 18 anos, moradores de residências particulares nos Estados Unidos da América.
 
DADOS GERAIS
 
Dos entrevistados que usam piscinas, a maioria tem crianças na habitação. Geralmente, aqueles que não utilizam a piscina não tiveram a oportunidade ou não a apreciam. Uma pequena porcentagem alega que não utiliza a piscina porque não a considera limpa e salubre e também porque acha que é perigosa.
Cerca de 60% acreditam que “não é possível” ou “possível, mas improvável” que alguém possa contrair uma doença só por nadar em uma piscina.
 
Quando perguntado quem é o maior responsável por assegurar que uma piscina – pública ou privada – esteja limpa e saudável, a maioria dos entrevistados aponta o proprietário, gerente, ou pessoal de manutenção como o maior responsável. Somente 22% colocam a responsabilidade nas pessoas que utilizam as piscinas, incluindo aquelas com crianças; 36% atribuem menos responsabilidade aos usuários das piscinas.
 
Os entrevistados foram consultados sobre as diversas condições de uma piscina. 94% concordam que qualquer acidente fecal deve ser relatado imediatamente ao salva-vidas, operador da piscina ou proprietário. Entretanto, 22% dizem ser correto trocar fraldas de crianças ao lado da piscina. 24% dos que têm crianças com menos de 12 anos concordam com isso. Quase 3 em cada 4 pessoas consultadas (72%) ficam preocupadas se uma criança de fraldas estiver na mesma piscina que eles. 4 em cada 5 concordam que nunca se deve utilizar a piscina quando se tiver diarreia. Contudo, 23% pensam que “um pouco de urina na piscina não faz mal a ninguém”.
 
A grande maioria (88%) concorda que se deve usar água e sabonete depois de utilizar o banheiro, antes de entrar na piscina. No entanto, 74% diz que se deve sempre tomar banho de chuveiro antes de entrar na piscina.
 
21% afirma que ao se sentir cheiro de cloro na piscina, deve ser seguro nadar nela. Um em cada 5 acredita que o cloro mata todos os germes da piscina, e 15% que a água da piscina é estéril (esterilizada).
Um em cada 5 entrevistados concorda que “não há problema em ter um pouco de água da piscina na boca ou em engolir água da piscina”.
 
COMO DETECTAR UMA PISCINA SAUDÁVEL.
 
89% dos entrevistados dizem que uma tabela com as análises diárias da água, preenchida e disponível para inspeção pública, e um relatório (84%) sobre a desinfecção e o controle da qualidade da água da piscina exibido em local público são formas de detectar uma piscina saudável.
 
Cerca de 4 em cada 10 acreditam que o cheiro de cloro indica uma piscina saudável e cerca 13% disseram que se as laterais da piscina estiverem escorregadias é um indicativo de piscina saudável.
 
EXPERIÊNCIAS NA PISCINA
 
Os entrevistados que relataram alguma experiência em uma piscina revelaram que alguns dos sinais que indicam uma piscina saudável não estavam necessariamente presentes. Somente 59% disseram que a piscina estava sempre transparente e que “conseguia ver o ralo no fundo da piscina”. Menos da metade (48%) reportaram que os banheiros são sempre bem cuidados e que há disponibilidade de sabonete e água. Somente 39% relataram que os operadores das piscinas parecem sempre bem treinados. E somente 1/3 disse que as laterais das piscinas nunca estavam escorregadias.
 
Apenas 29% reportaram que todos são obrigados a tomar banho de chuveiro antes de entrar na piscina. E apenas 24% disseram que sempre tomam banho com água quente e sabonete antes de entrar na piscina. Um pouco mais ele um quarto das piscinas descritas tinha uma sala para troca de fraldas.
 
Somente 1/5 dos entrevistados disse que sempre havia um relatório no quadro de avisos indicando a data de desinfecção e a frequência do monitoramento. Apenas 15% relataram que não havia cheiro de cloro.
 
REAÇÕES APÓS NADAR NA PISCINA
 
72% relatara olhos vermelhos; 32%, infecções nos ouvidos; 20%, irritação ou coceira na pele; 10%, infecções oculares; 6%, infecções respiratórias ou do trato urinário; 5%, infecções da pele; 4%, diarréia.
Um em cada 5 não tiveram nenhum problema ou não sabiam.
 

VOCÊ ESTÁ NADANDO EM PISCINA SADIA?

 

SEJA SENSÍVEL, USE SEUS SENTIDOS

 

VISÃO: A água da piscina deve parecer limpa, clara e azul. As listras pintadas e o ralo devem aparecer com nitidez e clareza no fundo da piscina.

 

TATO: Paredes laterais lisas na piscina são bom sinal. Os azulejos da piscina não devem ser pegajosos ou escorregadios.

 

OLFATO: Água limpa significa água sem nenhum cheiro.

O cloro é essencial para urna piscina saudável, mas cheiro forte de cloro sinaliza problemas.

 

AUDIÇÃO: Às vezes, silêncio não é ouro.

O som dos equipamentos em funcionamento à sinal de um programa de manutenção em andamento.

 

SABOR: Não beba nem engula água da piscina.

Na verdade, evite que ela penetre em sua boca.

 

BOM SENSO: Proteja os demais. Não entre na piscina se você estiver com diarreia.

 
VOCÊ PODE ESCOLHER NADAR DE FORMA SAUDÁVEL
 
Comportamentos sadios de natação devem ser praticados para sua proteção e de outras pessoas contra doenças contraídas em águas recreacionais.
 
A TODOS OS BANHISTAS
 
Para impedir que germes causem doenças na piscina:
 
NÃO NADE quanto tiver diarreia. Isto é especialmente importante para crianças com fraldas. Você pode espalhar os germes na água e contaminar outras pessoas.
NÃO ENGULA água da piscina. Tente evitar ao máximo a entrada de água na boca.
PRATIQUE BOA HIGIENE tome banho de chuveiro e lave as mãos depois de usar o banheiro ou trocar fraldas. Germes de seu corpo podem contaminar a água da piscina.
 
TRÊS APELOS PARA OS PAIS DE CRIANÇAS PEQUENAS
 
Para manter germes fora da piscina e de sua comunidade:
 
 – Leve seus filhos ao banheiro ou troque suas fraldas com frequência. Esperar por “Estou com vontade,” pode ser tarde demais.
 – Troque fraldas no banheiro e não ao lado da piscina. Germes podem se espalhar pelas superfícies e objetos na piscina ou ao redor dela e contaminar a água e as pessoas.
 – Lave sua criança completamente (especialmente o “bumbum”) com sabonete e água corrente antes de ela nadar. Nós todos temos quantidade invisível de material fecal, que acaba por contaminar a piscina. Logo, é muito importante tomar banho antes de entrar na água.
 
Na próxima edição da revista POOL LIFE você conhecerá o resultado da pesquisa realizada no Brasil pelo site da GENCO (www.genco.com.br).

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